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Deputado compara Gadelhas a “bacurim”, fala da debandada de secretários do prefeito de Sousa, levanta suspeita de fraude nas eleições e dispara: “Cidade acordou chorando”. VÍDEO!

Ele disse que há possibilidade de um deles participar de uma das chapas majoritárias e acrescentou que não há nada definido até o momento.

Por Luzia de Sousa

23/06/2017 às 20h02 • atualizado em 23/06/2017 às 18h26

Em entrevista exclusiva à TV Diário do Sertão esta semana, o deputado estadual Renato Gadelha (PMDB), falou da possível candidatura dele e do seu sobrinho, o ex-prefeito de Sousa, André Gadelha (PMDB), a uma cadeira na Assembleia Legislativa da Paraíba.

De forma objetiva, o peemedebista declarou que esse assunto de família será resolvido no tempo hábil, e aproveitou para relembrar que durante três legislaturas a cidade já teve dois deputados estaduais e um federal e argumentou: “É possível? é! É difícil?, é!”.

O parlamentar defendeu que o nome da família para a candidatura estadual saia após pesquisa para conhecer de quem é a melhor situação eleitoral e justificou: “Não podemos lançar candidaturas agora porque não sabemos se o prefeito vai está no ano que vem, se o governador deixa ou não o cargo, se o prefeito de João Pessoa deixa ou não, se o prefeito de Campina deixa ou não o cargo”.

Renato Gadelha em entrevista à TV Diário do Sertão

O deputado assegurou que não terá racha familiar e declarou: “Gadelha é como bacurim, na hora de comer está todo mundo brigando, mas na hora de dormir está todo mundo junto”.

Renato Gadelha disse que há possibilidade de um deles participar de uma das chapas majoritárias e acrescentou que não há nada definido até o momento.

Prefeito
Pedido para fazer uma avaliação dos primeiros seis meses do governo Fábio Tyrone II, o deputado alfinetou: “Não disse ainda a que veio”, e relembrou casos judiciais enfrentados pelo gestor sousense.

Ele também se reportou a debandada de secretários no início da gestão: “Cinco secretários abandonaram o barco, e isso dá uma ideia que não está nada bem”.

De acordo com Renato Gadelha, o atual prefeito não poderia sair candidato e levantou suspeita de possível fraude eleitoral: “Aquela eleição ainda vai aparecer o resultado dela. Não foi aquele. Com certeza nós tivemos alguma coisa por de baixo dos panos. Ora, o prefeito ganha uma eleição e vai comemorar quatro semanas depois, e vai comemorar na Lagoa. Se André tivesse ganhado Sousa não caberia de gente”, disse ele.

O deputado afirmou não ter observado o sentimento de vitória da população após a decretação de eleito o soscialista: “Quando você ganha com uma vitória esmagadora você sente na população aquele sentimento de mudança, de virada. A cidade acordou triste, chorando, e até as pessoas interrogam como foi aquela vitória”

DIÁRIO DO SERTÃO

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