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Acusado de tentativa de “Golpe”, vice-prefeito de Sousa nega rompimento com Tyrone: “Tudo tem seu tempo”

Zenildo Oliveira disse: “Somos um grupo que as pessoas pensam diferente, tem ideias diferentes, dialogam e levam para senso comum. Confira os detalhes!

Por Redação Diário

05/09/2017 às 13h25 • atualizado em 05/09/2017 às 13h52

O vice-prefeito de Sousa, Zenildo Oliveira (PSD) negou durante entrevista à TV Diário do Sertão a tentativa de golpe e principalmente o rompimento político com o prefeito Fábio Tyrone (PSB). Ele destacou ainda que suas ações executadas são em consonância com o prefeito e reiterou a união em prol de Sousa.

“Tenho certeza que o prefeito Fábio Tyrone será vencedor nos seus pleitos, nas suas ações, continuará fazendo o grande trabalho e tudo tem seu tempo, eu [Zenildo] sou muito novo, sou até mais novo que o prefeito”, ressaltou.

Durante a entrevista à TV Diário do Sertão, Zenildo voltou a usar um dos jargões da campanha: “iriamos trabalhar em quatro mãos e é isso que está acontecendo. Sousa hoje tem dois prefeitos e um quadro de secretários de primeira”.

Ele enalteceu os nomes de Lindolfo Pires (PROS), deputado Estadual, além do deputado Federal, Wilson Filho (PTB), João Estrela, ex-prefeito da cidade sorriso e o presidente da câmara, Aldeone Abrante (PTB) que juntos com os demais vereadores vem ajudando e contribuindo para cidade.

“Somos um grupo que as pessoas pensam diferente, tem ideias diferentes, dialoga com essas ideias, levam para senso comum, aqui não precisamos que as pessoas pensem igualmente, nós sabemos conviver com ideias e pensamentos diferente, mas nós temos um senso comum”. Finalizou.

ENTENDA O CASO
As informações que isso poderia aconteceu partiram após a condenação do prefeito Fábio Tyrone, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, por improbidade administrativa por ter, durante a gestão 2009-2012, padronizado os bens públicos do município com as cores verde e laranja, que foram usadas em sua campanha eleitoral.

Para o TJPB, a publicidade teve o intuito de promoção pessoal, constituindo grave ofensa aos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade. Além da suspensão dos direitos políticos, o prefeito foi condenado a pagar multa de duas vezes o valor da remuneração que recebia e proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais, também pelo prazo de três anos. A condenação foi mantida pelo STJ, mas a defesa interpôs recursos.

Segundo o procurador Herbert Targino, no agravo interno interposto no STJ, o prefeito utiliza via recursal indevida somente com o intuito de procrastinar o processo. O procurador destaca que o STJ, observando a Súmula nº 7, não conhece recursos especiais, mesmo em ações de improbidade administrativa, em que se observa que a parte almeja o exame da existência ou não de dolo com a análise necessária do acervo probatório.

PALAVRA DE TYRONE
Durante entrevista coletiva a imprensa, Tyrone disse que mesmo que isso venha acontecer não deixará a prefeitura, pois a sentença não se aplica ao mandado atual.

DIÁRIO DO SERTÃO

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