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Vereador suspeito de integrar esquema do funcionário fantasma diz que é inocente. Veja

Cacá Gadelha disse que ficou surpreso quando o MP citou seu nome nas investigações.

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03/04/2014 às 08h19

Vereador Cacá Gadelha falou sobre eleição (Foto: Diário do Sertão)

O vereador Adilmar de Sá Gadelha conversou com exclusividade com a reportagem do Diário do Sertão e falou sobre o caso do “Funcionário Fantasmas” na Câmara Municipal de Sousa, onde o Ministério Público pede a condenação de três vereadores e tesoureiros da Casa Otacílio Gomes de Sá.

Cacá Gadelha disse que ficou surpreso quando o MP citou seu nome nas investigações. Segundo o vereador existe uma lei na câmara que foi implantada em 1991, é a lei 10302/91 que detalha que os assessores são de única responsabilidade dos vereadores, e são nomeados através de requerimento formal feito ao presidente da câmara, que nomeia através de portaria.

O vereador disse ainda que tem todas as portarias de todos os assessores nomeados, na época que ele era o presidente da casa. Cacá também falou sobre o ponto eletrônico citado como irregularidade pelo MP, ele disse que é uma pratica antiga a câmara não usar o ponto.

“O Ministério Público tem todo o direito de investigar, e nós também temos nosso direito de se defender. Estou muito tranquilo e se houver culpado, ele vai aparecer no decorrer das investigações. Uma coisa eu digo, o meu advogado está no céu, e vou provar minha inocência”, afirmou.

Veja vídeo!

DIÁRIO DO SERTÃO

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