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ASSISTA: Médico e ex-prefeito de Cajazeiras esclarece polêmicas que envolvem o tratamento ‘eletrochoque’

A aplicação do eletrochoque deve ser realizada por uma equipe de profissionais médicos e pode ser feita com o paciente internado no hospital.

Por José Dias Neto

23/02/2019 às 12h16 • atualizado em 23/02/2019 às 12h20

Semanalmente o ex-prefeito de Cajazeiras, médico e psiquiatra Leonid de Sousa Abreu grava vídeos e alimenta seu canal no youtube com conteúdo próprio falando sobre diversos assuntos. O tema desta semana é polêmico!

Eletrochoque ou eletroconvulsoterapia (ECT). Que método é esse? Realmente garante resultados aos pacientes? Por que tanto tabu sobre isso? Essas e outras questões relacionados ao tema foram levantadas pelo médico e psiquiatra Léo Abreu no novo vídeo do seu canal.

VEJA TAMBÉM: ASSISTA: No vídeo da semana, médico Léo Abreu esclarece mitos e verdades acerca do transtorno obsessivo

Léo explica que embora o termo seja agressivo e nos faça lembrar do choque como meio de tortura e punição, a utilização da eletroconvulsoterapia estimula uma convulsão que constitui o elemento terapêutico fazendo com que o paciente obtenha resultados positivos.

A eletroconvulsoterapia tem uma história repleta de tragédias e maus usos. Estudos mais recentes, entretanto, apontam que ela pode ter utilidade em casos específicos. Imagem ilustrativa da internet

A aplicação do eletrochoque deve ser realizada por uma equipe de profissionais médicos e pode ser feita com o paciente internado no hospital ou ambulatorialmente.

DIÁRIO DO SERTÃO

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