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Pesquisadores discutem uso de energia solar no Sertão da Paraíba. VÍDEO!

No encontro são discutidas formas de ampliar a produção de energia solar no semiárido nordestino

Por Luzia de Sousa

20/04/2016 às 16h18

Um grupo de pesquisadores, professores e políticos estão reunidos na cidade de Pombal, no Sertão paraibano, para discutir as fontes de energia elétrica usadas para abastecer a população da região. A segunda edição do Fórum de Energia Solar do Semiárido começou nesta segunda-feira (18) e vai até a quarta-feira (20), no campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na cidade de Pombal.

No encontro são discutidas formas de ampliar a produção de energia solar no semiárido nordestino, que tem grande potencial na região Nordeste. Da energia produzida no Brasil, 81% tem como fonte as hidrelétricas, 13% energia térmicas, 3% energia nuclear e 3% energia eólica.

Segundo o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André da Nóbrega, a incidência de raios solares na região Nordeste favorece a utilização desta modalidade.

“Nós temos o Brasil inteiro com grande atratividade para a energia solar. A região do semiárido nordestino, que envolve Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte é o grande vetor atrativo da energia solar”, disse ele.

Na primeira edição do fórum, que aconteceu no ano passado, foi elaborada a Carta de Pombal, que é um documento com o objetivo em criar base para políticas públicas e ações que contribuam para a utilização de energia solar.

De acordo com o coordenador do evento, César Nóbrega, com o resultado do fórum serão acrescentados novos itens nessa segunda edição do evento. “São ações aprovadas pelos conjuntos de participantes e entidades envolvidas, que norteia todo o processo de encaminhamento de discussão do comitê de energia solar do semiárido. Estamos em busca de experiências que possam demostrar o potencial que temos no semiárido”, disse o coordenador.

Empresas privadas já venceram a licitação para a construção de cinco parques solares na Paraíba. Todos irão operar no Sertão do estado, nas cidades de Coremas, Malta e Aparecida. A previsão é que eles estejam prontos pra funcionar num prazo de até cinco anos. Juntos eles vão oferecer energia para cerca de 10 milhões de casas.

Sistema particular
Enquanto o projeto não é concluído, muita gente está investindo em energia solar por conta própria. O professor e engenheiro eletricista, Walderan Trindade, explica que é possível sim colocar um sistema mais simples para captação de energia através de raios solares em qualquer casa. Segundo o professor, o investimento vai depender da quantidade de energia que é utilizada na casa, porque isso determina o tamanho do equipamento que será necessário.

“Existe um aspecto técnico do dimensionamento do sistema, então é recomendável que se procure um técnico especializado que vai avaliar as condições do telhado, onde geralmente as placas são instaladas, e posicionamento”, disse Wanderlan.

Já o bancário Edmundo de Melo Marques, da cidade de Sousa, no Sertão paraibano, investiu em um sistema de captação de energia solar na casa dele, no último mês de janeiro, e o valor da conta de energia já começou a baixar.

“A decisão veio a partir do mês de novembro, quando eu recebi minha conta de energia e o valor veio em torno de R$498, que é um valor alto para um consumo residencial. Então eu busquei alternativas, fiz pequisas, vi como funcionava todo o sistema e de decidi que a alternativa era investir e energia solar, disse o bancário.

DIÁRIO DO SERTÃO com G1PB

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