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VÍDEO: Projeto chega à região de Cajazeiras para humanizar audiências com crianças vítimas de violência

"Justiça Pra Te Ouvir" foi criado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, idealizado pela Coordenadoria da Infância e Juventude, com uma equipe composta por 4 pessoas

Por Jocivan Pinheiro

10/11/2019 às 10h05 • atualizado em 10/11/2019 às 14h41

O projeto “Justiça Pra Te Ouvir” está visitando as comarcas no interior da Paraíba para dar continuidade ao trabalho itinerante iniciado em 2014.

As audiências ocorrem com o objetivo de escutar crianças e adolescentes vítimas de violência – geralmente doméstica e sexual – ou até mesmo testemunhas de algum homicídio.

A psicóloga Ruth Leite Lima dá mais detalhes do projeto e fala como foi a visita às comarcas do Sertão, em especial a região de Cajazeiras.

“Esse serviço foi criado para retirar as crianças vítimas de violência, principalmente violências sexuais, da audiência tradicional e humanizar essa entrevista que é feita em uma sala à parte com psicólogos”, explica.

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O projeto “Justiça Pra Te Ouvir” foi criado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, idealizado pela Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinju), com uma equipe composta por 4 pessoas, sendo 2 entrevistadoras capacitadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A psicóloga Vitória Régia de Oliveira também faz parte da comissão.“Após o término da entrevista, que é transmitida em simultâneo para o juiz, ela é gravada em um CD, na mesma hora a gente entrega o CD para o juiz e levamos outra via para a Coordenadoria da Infância e Juventude, e esses CD’s são arquivados porque, caso aconteça alguma perda desse CD, o juiz pode requerer à coordenadoria, e nós temos todas as audiências que aconteceram com a gente”, relata Vitória.

A assistente social Maria do Carmo da Silva Rego ressalta a importância desse profissional na equipe do projeto “Justiça Pra Te Ouvir”.

“De antemão a gente vai em busca da família, saber como podemos abordá-la, conversar. A família sempre bem fragilizada e a gente tenta de um modo abraçá-la”, conta a assistente.

Redação DIÁRIO DO SERTÃO

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