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VÍDEO: Reudesman lança campanha visando trazer acervo de Iata Anderson ao Museu do Futebol de Cajazeiras

Professor e fundador do museu, Reudesmana Lopes disse que para fazer o trajeto com o material do Rio de Janeiro a Cajazeiras, teria que ter uma transportadora especializada: "na verdade, é uma mudança"

Por Luiz Adriano

19/01/2026 às 17h38 • atualizado em 19/01/2026 às 17h43

O professor Reudesman Lopes, em entrevista ao Olho Vivo da Rede Diário do Sertão, falou da campanha para conseguir trazer o acervo futebolístico do saudoso Iata Anderson para o Museu do Futebol de Cajazeiras.

Reudesman ficou sabendo que a família de Iata iria fazer a doação de todo o material, no último dia 8 de janeiro, dia em que o cajazeirense faleceu.

Ele explicou que a casa onde o material encontra-se, está à venda e que os compradores já se adiantam para a posse, fato este que acelera ainda mais a questão da busca do acervo, ação que é de responsabilidade da organização do Museu do Futebol de Cajazeiras.

“Essa doação ela é direta ao Museu do Futebol de Cajazeiras e não é uma doação simples. Não é apenas uma doação, é uma doação histórica, rica, extremamente valiosa, do ponto histórico, do futebol mundial, do futebol nacional e representa para nós um ganho fenomenal em termo de museu, em termos de cidade de Cajazeiras”, destacou o professor.

Reudesman explicou que tentou contato com algumas pessoas de Cajazeiras para conseguir ajuda para trazer o material da cidade de Araruama, no Rio de Janeiro, da chácara onde Iata morava, até a cidade de Cajazeiras, mas segundo ele, até o momento, não obteve sucesso.

“Estou numa luta enorme. No meu lado pessoal, é impossível que eu faça isso, através de recuros próprios, não tem como”, disse Reudesman ao lembrar que teria que ter uma transportadora especializada para poder trazer o acervo: “na verdade, é uma mudança”, explicou.

“O que eu quero é que Cajazeiras abrace essa nossa empreitada, porque nós vamos nos tornar um dos maiores museus do futebol do mundo, porque o acervo de Iata é extraordinário. São centenas de camisas históricas de copas do mundo, da seleção brasileira, um material riquíssimo”, detalhou Reudesman.

Vakinha na Web – O professor disse que será feita uma vakinha virtual para arrecadar os valores necessários.

“Faço esse apelo a Cajazeiras, às nossas autoridades, nossos deputados …”, finaliza o professor.

Iata Anderson faleceu no último dia 08 de janeiro, aos 81 anos, no Rio de Janeiro, vítima de complicações de saúde decorrentes da idade.

A doação do acervo de camisas de Iata Anderson para o Museu do Futebol de Cajazeiras foi anunciada pelo irmão dele, o desembargador aposentado Siro Darlan, também no programa Olho Vivo.

DIÁRIO ESPORTIVO

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