header top bar

section content

Delegada diz que recém-nascido abandonado pode ter sido devorado por cachorros. OUÇA!

Camila já é mãe e teria contado que o esposo, que está trabalhando na cidade de SP, não desejava um 2º filho.

Por Luzia de Sousa

15/08/2016 às 19h46 • atualizado em 16/08/2016 às 07h50

Delegada fala sobre prisão de jovem que abortou

A delegada da 1ª Delegacia Distrital da cidade de Cajazeiras, Ana Valdenice falou nesta segunda-feira (15), sobre o aborto ocorrido na cidade de São José de Piranhas.

Segundo a imprensa estadual, uma jovem de 20 anos foi presa em flagrante suspeita de abandono de recém-nascido, na última quarta-feira (10). A mulher foi presa após entrada em um hospital para a retirada de uma placenta, sem a criança.

+ Jovem da região de Cajazeiras é presa em flagrante acusada de abortar em matagal

Ana Valdenice contou que a polícia foi acionada pelo Serviço Social do Hospital Regional de Cajazeiras e indo ao local, indagou Camila Oliveira Fernandes, que teria informado que havia realizado o parto em um matagal.

“Inclusive relatou que havia puxado o cordão umbilical do feto e colocado lá no mato sem se preocupar se estava vivo ou morto”, revelou a autoridade policial.

A delegada informou que após o parto a moça teria retornado para sua residência, onde foi socorrida para um hospital da cidade e em seguida transferida para a maternidade do HRC.

Segundo Ana Valdenice, a equipe médica da maternidade teria informado que a gestação de Camila já estava entre o oitavo ou nono mês. “Supostamente o recém-nascido teria sido abandonado ou estaria em local inapropriado”.

Ela explicou que acionou a Polícia Militar de São José de Piranhas, que se dirigiu até o local indicado pela jovem, Sítio Mulungu, mas o feto não foi localizado. “Encontramos só indícios, sangue, que foram coletados e encaminhados à perícia”.

Ana Valdenice disse que nunca havia pegado um caso do tipo em toda sua experiência de delegada. “Acho que em nenhuma hipótese seria humana a atitude que ela realizou”.

A delegada relevou também, que durante a oitiva de Camila, que ocorreu na frente de assistentes sociais do HRC, uma delas chorou muito com o depoimento da jovem.

Ela contou ainda, que indagou Camila sobre a possibilidade de cachorros terem comido o feto, e a jovem teria respondido categoricamente que sim.

“Ela disse que não tinha conhecimento que estava grávida e quando ela expeliu essa coisa, que ela denominou de ‘coisa’, ela não verificou se era um feto e se estava vivo ou morto”, disse a delegada ressaltando que a mulher conhece bem seu organismo e que a moça certamente sabia que se tratava de uma gravidez.

Camila já é mãe e teria contado que o esposo, que está trabalhando na cidade de São Paulo, não desejava um segundo filho.

Ouça áudio da Rádio Diário do Sertão!

DIÁRIO DO SERTÃO

Recomendado para você pelo google

DIRETO AO PONTO

VÍDEO: Se reforma da Previdência não cortar privilégios, sociedade deve ‘gritar’ contra ela, diz padre

INFRAESTRUTURA

VÍDEO: Chuvas destroem ruas de Cajazeiras que não são pavimentadas e moradores cobram ação da Prefeitura

VETERANO DA MÚSICA

VÍDEO: Em Cajazeiras, cantor de renome nacional critica sertanejo universitário: “Virou uma baderna”

COBRA REAJUSTE DE 2018

VÍDEO: Sindicalista elogia Zé Aldemir por salário de professores, mas diz que felicidade é ‘entre aspas’