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Francisco Cartaxo

Francisco Sales Cartaxo Rolim foi secretário de planejamento do governo de Ivan Bichara, secretário-adjunto da fazenda de Pernambuco – governo de Miguel Arraes. É escritor, filiado à UBE/PE e membro-fundador da Academia Cajazeirense de Artes e Letras – ACAL. Autor de, entre outros livros, Guerra ao fanatismo: a diocese de Cajazeiras no cerco ao padre Cícero.

Email: cartaxorolim@gmail.com

| 22/08/2019 10:34

Praça da, história e lenda

A Praça da Matriz Nossa Senhora de Fátima é um lugar histórico. Está na raiz da formação urbana de Cajazeiras. Ali foi construída a primeira capela, mais tarde, transformada na atual matriz. Diz-se que Mãe Aninha, quando tudo era mata, teria apontada a colina onde ficaria a igrejinha, pela alegria de olhar, de sua casa […]


| 18/08/2019 12:39

Significado do livro da ACAL

Na próxima quarta-feira, dia 21 de agosto, será lançado o livro Patronos e Patronesses, uma coletânea de 38 perfis biográficos de personagens que contribuíram para engrandecer a educação, as artes e as letras de Cajazeiras e projetar lá fora o nome da cidade. O evento, de responsabilidade da Academia Cajazeirense de Artes e Letras, ocorrerá […]


| 12/08/2019 09:52

Zé do Norte e conversa de botequim

Filho de agricultor pobre, Alfredo Ricardo do Nascimento nasceu em Cajazeiras em 1908. Ainda criança, perdeu o pai. Quando ele estava no começo da adolescência o pai morreu. Viveu, então, em casas de parentes, aqui e acolá. Sempre trabalhando, na roça ou na rua, mal frequentou a escola do professor Crispim Coelho. Acolhido por dom […]


| 04/08/2019 12:46

Bolsonaro remexe no porão da ditadura

Quando, às vésperas da eleição de 2018, publiquei o artigo, transcrito a seguir, alguns parentes me censuraram. Isso é coisa do passado, vamos olhar para o futuro. Calei-me. Semana passada, o presidente da República, entre outras sandices, citou um preso, que, em 1974, foi torturado, morto e incinerado no forno de uma usina de açúcar. […]


| 28/07/2019 09:07

Banda Cabaçal Os Inácios

Eu tinha visto homens tocando zabumba e soprando um pedaço da madeira cheia de buraco. Saíra para comprar qualquer coisa na bodega de Paulino. Voltei alvoraçado e disse: mamãe, eu vi uns matutos tocando pife! – Não é pife, meu filho, é pífano. Foi meu primeiro contato com uma banda cabaçal. Tremenda novidade para uma […]


| 22/07/2019 07:15

Ética e a natureza jurídica da ACAL

No discurso de posse como governador, em 15 de março de 1975, (Ver Nonato Guedes, A fala do poder), Ivan Bichara Sobreira, anunciou este propósito: Quero governar à luz do sol, sem mistérios, sem subterfúgios e sem sombras. Nem sempre conseguiu fazê-lo. Às vezes, injunções políticas fizeram-se mais fortes. Transcorrido tanto tempo, porém, todos reconhecem […]


| 15/07/2019 08:02

Presença da Academia Cajazeirense Artes e Letras

Depois de cumprir o ritual de instalação, com a posse solene de seus fundadores, em 24 de maio deste ano, a Academia Cajazeirense de Artes e Letras prepara-se para um segundo evento público em Cajazeiras. Desta vez, inserido na programação oficial em homenagem ao padre Inácio de Sousa Rolim, que ocorrerá no próximo mês de […]


| 08/07/2019 10:03

Biblioteca Castro Pinto e a ACAL

Corrijo hoje o engano cometido na crônica da semana passada, alertado que fui pelo professor José Antônio de Albuquerque. A criação da Biblioteca Castro Pinto não ocorreu na gestão do prefeito Antônio Quirino de Moura. Veio de mais longe. Do final do Estado Novo, com o decreto-lei nº 20, de 23 de janeiro de 1945, […]


| 01/07/2019 09:29

A emenda Castro Pinto

Castro Pinto é nome de biblioteca pública em Cajazeiras. Homenagem do prefeito Antônio Quirino de Moura (1973-1976), que a construiu e inaugurou. Não tenho lembrança se questionaram a escolha. Antônio Quirino pode muito bem explicar as razões de sua preferência por um filho da litorânea cidade de Mamanguape. João Pereira de Castro Pinto nasceu em […]


| 23/06/2019 10:40

O sino da igreja velha

O badalo do sino da secular igreja da praça da Casa Forte soou diferente naquela manhã. Fazia anos que se ouvia uma engenhoca eletrônica. Naquele dia, não. Caminhantes matinais notaram a mudança. Então vimos na janela da torre a cordinha para lá e para cá, movida por mão invisível. De repente, aflorou a imagem meio […]

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