A Tereza, odes!
A encontrava sempre perambulando pelas ruas centrais da cidade. De alguns, poucos, recebia um olhar amistoso. De muitos, um rosto virado, contorcido com a manifestação do desprezo. Em que momento ela iniciou essa existência de devaneios e andar a esmo, não sei. Mas, desde os anos de 1980 que a via falando e gesticulando para […]
