A velhinha e a manga espada
Passo miúdo, quase arrastando os pés, a bengala firme ao andar na calçada. Sozinha. Ouvidos atentos ao pequeno movimento de carros na avenida, tranquila àquela hora da tarde de domingo. Sem pressa. Aqui e ali, parava diante de casarões avarandados e muitas árvores, que resistiam à modernidade urbana, infestada de edifícios no, ainda bucólico, bairro […]
