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VÍDEO: Historiador de Cajazeiras critica negacionismo de Bolsonaro sobre efeitos da pandemia no Brasil

De acordo com o estudioso, nenhuma medida para conter a pandemia foi realizada pelo governo federal.

Por Juliana Santos

23/03/2021 às 19h10 • atualizado em 23/03/2021 às 19h56

O presidente da república, Jair Bolsonaro (sem partido), está sendo bastante criticado por vários setores sobre a falta de programação governamental para conter a pandemia da Covid-19, no Brasil. O historiador da cidade de Cajazeiras, Nonato Saraiva em entrevista ao programa Balanço Diário da TV Diário do Sertão, falou sobre a atitude de negacionismo do presidente, de que não existe pandemia no país.

De acordo com Nonato, nenhuma medida para conter a pandemia foi realizada pelo governo federal. “Não vimos nenhuma medida do governo, pelo contrário, vimos atitudes que foram de encontro as estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde”, disse.

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O estudioso afirmou também que a ciência fez a parte dela em descobrir qual era o tipo do vírus que causa a doença, os sintomas diversos e como poderia ser o tratamento. “A ciência começou a trabalhar a ver os casos da doença, mas a classe política viu nisso uma maneira de ganhar dinheiro e os bancos de fazer empréstimos aos empresário que deram por garantia seus patrimônios”, detalhou.

Nonato Saraiva exemplificou várias medidas contra a Covid que não foram adotadas. (Foto: Reprodução)

Nonato também destacou que o auxílio emergencial foi um dos menores pagos no mundo e lamentou as diversas frentes mundiais, que país se negou a participar no combate ao coronovírus. “Todos os auxílios são acima de mil dólares. Considero um dos maiores crimes cometidos nesta pandemia foi o empréstimo paralelo ao corte de verba da Fiocruz. Uma denuncia maior é que o Brasil foi convidado para participar do Convacs, onde o país seria o responsável pela vacinação na américa latina e o Brasil não quis fazer parte. 70 milhões de doses foram oferecidas pela Pfizer ele não quis”, indagou o historiador.

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